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MOBILIZAÇÃO SOCIAL NA COMUNIDADE PIQUIÁ DE BAIXO

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MOBILIZAÇÃO SOCIAL NA COMUNIDADE PIQUIÁ DE BAIXO

A equipe que acompanha o processo de reassentamento de Piquiá de Baixo, chefiada pela Assistente Social, Angra Ponciano, mobilizou a comunidade no ultimo dia 29 de março, para identificar os problemas enfrentados pelos moradores, que vivem em vulnerabilidade social. A mobilização contou com o apoio da diretoria da Escola de Piquiá, Darcy Ribeiro, os Leigos Combonianos, Marcos Ratti e Valetina Caperdone e de 13 acadêmicos do curso de Serviço Social da Universidade de Santo Amaro (Unisa).

 

Angra Ponciano explicou aos 104 moradores que estiveram presentes no encontro, sobre as atividades de acompanhamento desenvolvidas na comunidade, que irão acontecer durante todo o processo de execução do projeto urbanístico do no Sitio São João, local onde serão construídas as casas para o reassentamento do bairro. Angra esclarece que o objetivo do encontro é fazer um diagnóstico geral das fragilidades vivenciadas pela comunidade.

 

Para identificar os problemas de Piquiá, a equipe dividiu os moradores em grupos, que em seguida fizeram um levantamento das prioridades da população local. Para reforçar a importância do trabalho coletivo, foi exibido um trecho do filme brasileiro, “saneamento básico”. “O filme mostra o trabalho de mobilização em grupo e as dificuldades encontradas para o alcance de bons resultados”, destaca Angra.

 

Os problemas do bairro apontados pelos grupos foram discutidos pela assistente social, para escolher as necessidades prioritárias da comunidade. As prioridades escolhidas são as seguintes: educação, saúde, iluminação pública, desemprego, ausência de renda, ausência de lazer, consciência ambiental frágil, poluição sonora, do ar e ambiental, ausência de serviços públicos essenciais, como coleta de lixo, criminalidade, ausência de capacitação, evasão escolar, falta de transporte escolar, ociosidade, doenças e exclusão.

 

A assistente social reforça que há descaso do poder público e privado com a comunidade de Piquiá de Baixo. “Estas são necessidades claras e básicas, mas que não têm sido atendidas”. Outros encontros serão realizados, para escolher os pontos prioritários da ação para o desenvolvimento das atividades no Trabalho Técnico Social.

Domingos de Almeida

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