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SONHO QUE SE SONHA SÓ É SÓ UM SONHO, SONHO QUE SE SONHA JUNTO TORNA-SE REALIDADE

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SONHO QUE SE SONHA SÓ É SÓ UM SONHO, SONHO QUE SE SONHA JUNTO TORNA-SE REALIDADE

No último sábado (11), ocorreu mais uma assembleia de moradores de Piquiá de Baixo (Açailândia – MA), para deliberações sobre o processo de reassentamento. Na ocasião, a equipe sociojurídica da Associação de Moradores e os assessores técnicos responsáveis pelo projeto executivo do novo bairro esclareceram algumas dúvidas e também reiteraram com os moradores o caráter coletivo do projeto de Piquiá.

 

No início da reunião, uma representante da Associação fez a leitura do edital de convocação da assembleia, onde constava as pautas que seria debatidas. Logo após, os moradores foram divididos em quatro grupos e estimulados a fazerem perguntas entre si, a respeito do processo de reassentamento. Com o fim dessa dinâmica, iniciou-se o momento de memória da ações e fatos ocorridos após a assembleia do mês de março, como a assinatura do contrato entre a Caixa Econômica Federal e a Associação, que aconteceu no final de abril.

 

De acordo com Laliany Sousa, secretária da equipe sociojurídica, houve avanços nos cadastros das famílias a serem reassentadas, porém 38 [das 312] ainda possuem algum tipo de pendência com documentação ou dados. Outro ponto que preocupa é a não assinatura do termo de adesão por alguns dos beneficiários, o que atrasa o processo. Ela explicou que esta é uma etapa importante e não significa que a família está assumindo uma dívida com a Caixa. “Assina o termo de adesão, as pessoas que não devem mais nada no processo, que apresentaram a documentação necessária e que, principalmente, atualizaram o cadastro único, e atualizando o cadastro não tiveram erro nenhum”.

 

Famílias excedentes

Existe ainda 39 famílias excedentes que deverão substituir as da lista principal, no caso da saída de alguém. As substituições seguem todo um procedimento e só ocorrem com o aval ou pela determinação do Ministério Público. De janeiro para cá, quatro dessas famílias foram convocadas por determinação do órgão. “As pessoas têm sido chamadas, porque a gente tem que seguir com o processo. Em uma semana, digamos, uma pessoa entrou, fez tudo que precisava fazer, porque uma há 3 anos precisou fazer e não fez”, disse Laliany.

 

Ela chamou a atenção dos moradores para o espírito de coletividade do projeto de Piquiá. “A gente tem que entender que o processo de reassentamento é nosso. Se o processo é nosso e o companheiro não apresenta documento, não assina, o processo para. O processo não caminha se todo mundo não tiver ok”.

 

Próximos passos

Após responder algumas das dúvidas, a equipe sociojurídica e os assessores técnicos da Usina explicaram os próximos passos e o cronograma de atividades. Entre as ações mais urgentes está a finalização dos cadastros das famílias, o que deve ocorrer durante esta semana.

 

Desde a segunda-feira (13), está sendo realizado um mutirão para finalizar as assinaturas dos termos de adesão. Uma equipe tem feito visitas às pessoas que faltam entregar documentação ou assinar o termo e há um carro disponível aos moradores que ainda precisam atualizar dados na prefeitura municipal de Açailândia – MA.

por Idayane Ferreira

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